Quase 400 parlamentares e candidatos americanos, inclusive o senador republicano John McCain, receberam cerca de US$ 11 milhões (R$ 18,8 milhões) desde 2004 para manter seu apoio ao embargo econômico a Cuba, segundo relatório da organização Public Campaign. A informação foi publicada nesta terça (17) pelo jornal espanhol El País. Segundo a Public Campaing, o dinheiro vem de "mecenas" contrários a qualquer abertura em relação a Cuba.
A ilha comunista sofre um embargo econômico por parte dos Estados Unidos desde os anos 60, quando representava uma ameaça aos americanos, já que o país comandado por Fidel Castro dava apoio à extinta União Soviética.
Com o fim da Guerra Fria (que dividia o mundo entre aliados aos americanos capitalistas e aos soviéticos comunistas), o embargo é considerado desnecessário e o fim das sanções dos EUA é uma das principais reivindicações dos países latino-americanos, inclusive do Brasil.
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